As origens da PRIMEIRA ZONA AÉREA (1ª ZAé)  remontam à década de trinta, quando a Aviação Militar era a 5ª Arma do Exército e quando Belém/PA passou a ser abrangida pelo Correio Aéreo Militar (CAM).

Ainda na estrutura do Ministério da Guerra, o Decreto nº 22.591, de 29 de março de 1933, deu organização às Unidades Aéreas em tempo de paz. Em seu Artigo 21 fez a distribuição das Unidades Aéreas pelas três Zonas Militares Aéreas, criando os Regimentos de Aviação, dentre os quais o 7º Regimento de Aviação (material anfíbio), em Belém. Somente no dia 30 de junho de 1936, foi organizado o Núcleo do 7º Regimento de Aviação, com instalações no Bairro do Souza, que viria a adquirir existência e autonomia administrativa, em 10 de setembro de 1936, pelo Aviso nº 491, de 4 de setembro de 1936. O Núcleo do 7º RAv foi dotado de aviões Waco CSO, e seu primeiro Comandante foi o Cap. Ruy Presser Bello.

Em 1934, o General Eurico Gaspar Dutra – Diretor da Aviação Militar – designou o Tenente do Exército Armando Serra de Menezes para escolher, em Val-de-Cans, um terreno onde seria construído um aeroporto. O Tenente foi ao local determinado em companhia do General Horta Barbosa – Comandante da 8ª Região Militar, do Sr. Ildefonso Almeida – Intendente Municipal de Belém, e do Sr. Raimundo Viana – Secretário de Estado de Obras Terras e Aviação e Auxiliares. Após exaustivas caminhadas na área prevista, encontraram o terreno apropriado para a construção do aeroporto. Esse terreno foi desapropriado, em 03 de outubro de 1938, pelo Decreto n.º 3.116.

As obras ficaram a cargo da Diretoria de Aeronáutica Civil, órgão do Ministério da Viação e Obras Públicas. Foi construída uma pista de terra, no eixo Leste-Oeste, dimensionada em 1200x150m, um pátio de estacionamento e um hangar de estrutura em concreto para a aviação militar que, através dos tempos, ficou conhecido como Hangar Amarelo pela cor de sua pintura.

Em 14 de julho de 1935, o CAM estendeu a Linha Fortaleza-Terezina até Belém, com escala em São Luiz, voo realizado pelo Capitão Manoel Brito da Silva Valle e pelo Tenente Gonçalo de Paiva Cavalcante. Nos anos de 1935 e 1936, a Linha de Goiás do CAM teve três viagens de desbravamento do Rio Tocantins, prolongando-se pelas novas etapas: Santa Luzia, Formosa, Palmas, Peixe, Porto Nacional, Tocantins, Pedro Afonso, Carolina, Boa Vista, Imperatriz, Marabá, Cametá e Belém. E o CAM continuou a expandir-se. Antes mesmo da instalação do Núcleo do 7º RAv, o CAM já fizera, em Belém, algumas missões, e a Panair do Brasil – então subsidiária da Pan American – e a Condor faziam suas rotas de Belém para outras localidades. Em 1937, é iniciada pelo CAM a Linha ligando Belém a Santo Antônio do Oiapoque, no Território do Amapá.

Em 10 de abril de 1938, foi inaugurada, em Belém/PA, a primeira estação de comunicações voltada à proteção ao voo (Estação Radiogoniométrica), com a missão de prover a segurança dos voos da Pan American vindos do exterior. Essa Estação está preservada como patrimônio nacional, uma vez que é um importante marco na História da Proteção ao Voo na Amazônia.

Em 27 de novembro de 1939, o Núcleo do 7º RAv passou a constituir o 7º Corpo de Base Aérea, pelo Aviso nº 1.149, sendo o pessoal, os recursos em fundos e o material consignado ou existente naquele Regimento transferidos integralmente para o referido Corpo de Base (D.O. de 29 de novembro de 1939, pág. 27.516). Os aviões Waco CSO foram substituídos por aviões Vought V-65B Corsair, em 10 de dezembro de 1939, com a missão de realizar voos de patrulha ao longo do litoral Norte.

Em 1941, o Governo brasileiro baixou o Decreto-Lei nº 3.462, de 27 de julho, autorizando a Panair do Brasil, então subsidiária da norte-americana Pan American, a construir, melhorar e aparelhar os aeroportos em Amapá, Belém, São Luís, Fortaleza, Natal, Recife, Maceió e Salvador, com o fim de permitir a sua utilização por aeronaves de grande porte.

A primeira organização do Ministério da Aeronáutica, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 3.730, de 18 de outubro de 1941, definiu sua estrutura da seguinte forma:

a – Estado-Maior da Aeronáutica;

b – Comandos de Zonas Aéreas;

c – Diretorias – do Pessoal, do Ensino, do material, de Técnica-Aeronáutica, de Obras, de Rotas Aéreas, de Defesa Aérea e de Aeronáutica Civil;

d – Serviço de Fazenda da Aeronáutica.

Como decorrência, o Decreto-Lei n.º 3.762, de 25 de outubro de 1941, criou as Zonas Aéreas previstas naquela organização com a seguinte abrangência:

1ª. Zona Aérea– Estados do Amazonas, Pará, Maranhão e Território do Acre (sede em Belém/PA);

2.ª Zona Aérea – Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (sede em Recife);

3.ª Zona Aérea – Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas gerais e Goiás; Distrito federal (sede no Rio de Janeiro);

4.ª Zona Aérea – Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (sede em Porto Alegre);

5.ª Zona Aérea – Estado de Mato Grosso (sede em Campo Grande).

Seu primeiro Comandante foi o então Cel. Av. EDUARDO GOMES(12 de dezembro de 1941 a 31 de janeiro de 1942) hoje o Patrono da Força Aérea Brasileira.

Predio 1 ZAeFachada do primeiro prédio do QG da 1ª ZAé, em Belém/PA, na década de quarenta (foto do quadro a óleo da pintora Amara Rocha Lopes de Oliveira – Marula, pintado em 1963)

A 21 de agosto de 1944, o Decreto nº 6.814, assinado pelo Presidente Getúlio Vargas e pelo Ministro da Aeronáutica Joaquim Pedro Salgado Filho, extinguiu os Corpos de Base Aérea e criou as Bases Aéreas, dentre elas a Base Aérea de Belém, na 1ª ZAé e classificada como Base de 2ª Classe.

No primeiro trimestre de 1945, final da Segunda Guerra Mundial, a Força Aérea Brasileira (FAB) tinha no desdobramento de meios na 1ª ZAé a seguinte distribuição:

– Aeródromo do Amapá: hidroaviões Consolidated PBY-5 Catalina do 1º Grupo de Patrulha, em Belém, e anfíbios Consolidated PBY-5A Catalina do 2º Grupo de Patrulha, na Base Aérea do Galeão, b que para lá se deslocavam para cumprimento de missões;

– Base Aérea de Belém: hidroaviões Consolidated PBY-5 do 1º Grupo de Patrulha.

Em 16 de setembro de 1946, o Decreto-Lei n.º 9.889 fixou nova organização para a FAB, estabelecendo, em seu Art. 6º, que “os Comandos das Zonas Aéreas são Comandos Territoriais que exercem sua ação sobre todas as Unidades, Serviços e órgãos, sediados ou em atividade nos respectivos Territórios, com exceção daqueles que, por força de regulamento ou ato expresso do Ministro da Aeronáutica, estejam subordinados, parcial ou totalmente, a outras autoridades”.

Assim, a partir dessa data, ficaram subordinados ao Comando da 1ª ZAé: o 7º Regimento de Aviação (criado em 29/03/1933), a Base Aérea de Belém (criada em 10/09/1936), o 1º Grupo de Patrulha (criado em 17/08/1944), e o Hospital de Aeronáutica de Belém (criado em 13/12/1943), Unidades já sediadas em Belém/PA.

Esse Decreto-Lei subordinou os Comandos das Zonas Aéreas diretamente ao Ministro da Aeronáutica e modificou a abrangência territorial do País para as Zonas Aéreas. Assim, ficou a 1ª ZAé constituída pelos Estados do Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, pela parte Norte do Estado de Goiás (inclusive o município de Porto Nacional), e pelos Territórios Federais do Amapá, Rio Branco, Acre, e Guaporé (que seria desativado no ano seguinte).

Desde então, extrapolou sua jurisdição para toda a área geográfica da Amazônia brasileira, correspondente a mais de 51% do território nacional àquela época.

Em virtude da desativação do 7º Regimento de Aviação e do 1º Grupo de Patrulha e da criação do 2º Grupo de Aviação, na Base Aérea de Belém, em 24 de março de 1947, com a ativação do seu 1º Esquadrão (1º/2º GAV), em 1º de abril de 1947, da criação do Núcleo de Parque de Aeronáutica de Belém, em 14 de maio de 1947, e da sua instalação, no Bairro do Souza, nas dependências da Base Aérea que havia sido transferida para o aeródromo de Val-de-Cans, após a saída dos efetivos norte-americanos que ali operavam durante o transcurso da II Guerra Mundial, a 1ª ZAé passou a ter como Unidades Subordinadas: a Base Aérea de Belém (BABE), o 1º Esquadrão do 2º Grupo de Aviação (1º/2º GAV), o Hospital de Aeronáutica de Belém (HABE), e o Núcleo de Parque de Aeronáutica de Belém (NuPARAERBE).

Um fato relevante, na 1ª ZAé, foi a de ter tido a primeira aeronave a realizar missões de Busca e Salvamento (SAR), a partir de 21 de março de 1951, após a criação do Centro de Busca e Salvamento de Belém/PA, na estrutura do Serviço de Rotas da 1ª Zona Aérea (SR-1), braço da Diretoria de Rotas Aéreas para a Amazônia. O PA-10 6516 foi o escolhido para ser empregado nessa tarefa operacional e recebeu as cores internacionais do SAR (faixas laranja). A partir de então, o FAB 6516 iniciou o serviço de Alerta SAR, em Belém, participando de inúmeras missões, em toda a Amazônia, atuando em conjunto com os Boeing SB-17G, recém-incorporados em junho de 1951, até ser substituído por estes quando foi acidentado, na baía de Guajará, em Belém/PA, após a decolagem com destino a Manaus/AM, no dia 29 de setembro de 1954, com perda total da aeronave.

A partir de abril de 1951, o Quartel General da 1ª ZAé (QG-1) passou a funcionar nos edifícios números 296 a 299 da Avenida Oswaldo Cruz, próximo à Praça da República, em Belém.

Em decorrência do preceito do Artigo 199 da Constituição de 1946, em 06 de janeiro de 1953, o presidente Getúlio Vargas sancionou a Lei de criação da Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA), tendo entre seus projetos a implantação da malha aeroviária da Região Norte. Em 21 de julho de 1953, a SPEVEA foi instalada em Belém. Por convênio estabelecido entre o Ministério da Aeronáutica e a SPEVEA foi criada, em 16 de maio de 1955, a Comissão Mista FAB/SPEVEA subordinada ao Comandante da 1ª ZAé e com a finalidade de gerir o emprego das verbas destinadas à construção de aeroportos e instalações aeroportuárias na Região Amazônica. Em 12 de dezembro de 1956, foi desativada a Comissão Mista FAB/SPEVEA e criada, na estrutura do Ministério da Aeronáutica, a Comissão de Aeroportos da Região Amazônica – COMARA, tendo como Presidente o Comandante da 1ª ZAé, além de um Cargo de Administrador como função executiva.

Em 1954, atendendo solicitação do Comando da 8ª Região Militar (8ª RM) e do Comando do Grupamento de Elementos de Fronteira (GEF), sediados em Belém/PA, o Brig.-do Ar Antônio Alves CABRAL – Comandante da 1ª ZAé – autoriza a criação do Transporte Militar do Alto Amazonas, também chamado Correio da Fronteira, para realização de missões em proveito das Unidades do Exército localizadas nas fronteiras norte e noroeste do Brasil. Tais missões eram cumpridas pelas aeronaves anfíbias (CATALINA PBY-5A e CANSO) do 1º/2º GAV.

Dois fatos políticos, com participação direta de militares da FAB e desdobramentos na área da 1ª ZAé, fazem parte da História da Aeronáutica nesse período: os conhecidos como “Revolta de Jacareacanga”, ocorrida em 1956, e “Revolta de Aragarças”, em 1959.

No ano de 1958, o então Tenente-Coronel Aviador João Camarão Telles Ribeiro, na função de Chefe do Estado-Maior da 1ª ZAé e sob o Comando do Brig.-do Ar Francisco de Assis de Oliveira Borges, planejou, programou, e obteve aprovação para a criação do Correio Aéreo Nacional da Amazônia (CANAM), com a finalidade de ampliar e complementar as Linhas do Correio Aéreo Nacional (CAN), cujos aviões não podiam operar em grande número de localidades da Região Amazônica, ainda desprovidas de pistas de pouso e também carentes de apoio de toda ordem.

A programação do CANAM de então estabelecia 14 (quatorze) Linhas, nominadas Linhas Internas da Amazônia (LIA-1 a LIA-14), em rotas que se distribuíam pelas áreas mais carentes e remotas da Amazônia, seguindo as calhas dos principais rios da Região, a partir de Belém/PA e de Manaus/AM, atendendo a noventa e três (93) localidades, em percursos que totalizavam 67.271 quilômetros, com frequências semanal, quinzenal e mensal.

O CANAM utilizava os meios aéreos do 1º/2º GAV: os anfíbios CATALINA PBY-5A CA-10, nas áreas dos rios e lagos, e os DOUGLAS C-47 para operação nos aeródromos já existentes e à medida que outras pistas de pouso iam sendo construídas. Em determinadas Linhas do CANAM eram empregados, também, os BEECHCRAFT C-45 e T-11, orgânicos da Esquadrilha de Adestramento da Base Aérea de Belém.

A década de sessenta foi a mais operacional, na 1ª ZAé, com a implantação completa do CANAM, quando a imensa Região Amazônica era coberta integralmente pelas suas Linhas, com os CA-10 e os C-47 em alta disponibilidade, propiciando a consecução dos objetivos do Ministério da Aeronáutica, visando à integração efetiva dos rincões mais afastados da Amazônia ao território nacional.

Em fins da década de cinquenta, tiveram início as obras de construção do novo QG-1, numa área limítrofe ao Aeródromo de Val-de-Cans. Tais obras ficaram paralisadas, durante algum tempo, e foram reiniciadas no Comando do Brig.-do Ar Armando SERRA DE MENEZES (13/04/1959 – 01/03/1961). Um projeto de construção expressivo para a época, com quatro andares, no centro de uma área com dezoito mil metros quadrados, dispondo de três elevadores, sala de projeção, salas para a imprensa, e um “auditório de discos”. O Brig.-do Ar SERRA DE MENEZES acrescentou ao projeto e mandou construir um campo de golfe, com onze buracos (o primeiro da Amazônia), e recolocou em atividade uma requintada piscina (uma das poucas existentes na cidade) de água corrente, alimentada por um igarapé. A novidade de maior repercussão nessas obras foi o atraente supermercado, aberto para o público externo – que ainda estava desprovido dessas modernidades, instalado ao lado do reembolsável do pessoal da Aeronáutica – o RIZUM – que passou a dar nome ao local. Ir ao RIZUM era considerado um bom programa para os citadinos na época.

A retomada da construção do Quartel-General da 1ª ZAé e das instalações complementares, a partir de 1959, na área atravessada pela rodovia Júlio César, com cinco quilômetros de extensão, ligando a Avenida Tito Franco ao Aeroporto de Val-de-Cans, serviu de impulso ao desenvolvimento e à urbanização área da Maracangalha. Foram surgindo casas e se formando um bairro, à margem dos grandes terrenos das instituições militares que chegaram a ocupar e controlar 21% da primeira légua de Belém.

QG 1ZaeSolenidade Militar no QG da 1ª ZAé (década de sessenta)

Em 12 de novembro de 1973, de acordo com o Decreto n.º 73.151, as Zonas Aéreas passaram a ter a denominação de Comandos Aéreos Regionais, deixando então de existir a 1ª ZAé e sendo ativado, pela Portaria n.º 121/GM3 de 04 de dezembro de 1973, nas mesmas instalações do Quartel General, o Primeiro Comando Aéreo Regional.

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COMANDANTES DA 1ª ZONA AÉREA

Na 1ª ZAé, o primeiro Comandante foi o Cel. Av. Eduardo Gomes – hoje o PATRONO da Força Aérea Brasileira Marechal do Ar EDUARDO GOMES.

                                 POSTO E NOME                 PERÍODO
          De          A

Cel. Av. Eduardo Gomes

Brig.-do Ar Fernando Victor do Amaral Savaget

Cel. Av. Antônio Appel Netto

Cel. Av. Ivo Borges

Brig.-do Ar Althair Eugênio Roszanni

Brig.-do Ar João Corrêa Dias Costa

Brig.-do Ar Américo Leal

Brig.-do Ar Henrique Raymundo Dyott Fontenelle

Brig.-do Ar Francisco de Assis Corrêa de Mello

Brig.-do Ar Epaminondas Gomes dos Santos

Cel. Av. Orsini de Araújo Coriolano

Cel. Av. Antônio Alberto Barcellos

Brig.-do Ar Ignácio de Loyola Daher

Brig.-do Ar Carlos Rodrigues Coêlho

Brig.-do Ar Ary de Albuquerque Lima

Cel. Av. Antônio Alves Cabral

Brig.-do Ar Nelson Freire Lavanére Wanderley

Brig.-do Ar Francisco de Assis de Oliveira Borges

Brig.-do Ar Armando Serra de Menezes

Brig.-do Ar Hernani Pedrosa Hardmann

Brig.-do Ar Francisco de Assis de Oliveira Borges

Brig.-do Ar Carlos Alberto de Mattos

Brig.-do Ar Armando Serra de Menezes

Brig.-do Ar Joléo da Veiga Cabral

Maj.-Brig.-do Ar Paulo Sobral Ribeiro Gonçalves

Maj.-Brig.-do Ar João Camarão Telles Ribeiro

12/12/1941

01/02/1942

22/09/1942

30/09/1943

31/10/1944

23/04/1946

09/10/1946

14/08/1947

15/04/1948

16/05/1949

13/06/1949

16/03/1950

20/04/1951

19/04/1952

04/02/1953

07/01/1954

17/04/1956

04/09/1957

13/04/1959

01/03/1961

11/12/1961

16/05/1963

08/10/1963

09/08/1965

14/01/1969

20/01/1971

31/01/1942

29/08/1942

03/07/1943

11/09/1944

16/02/1946

09/10/1946

01/07/1947

05/04/1948

16/05/1949

10/06/1949

16/03/1950

20/04/1951

05/04/1952

04/02/1953

04/01/1954

17/04/1956

26/02/1957

13/04/1959

01/03/1961

26/10/1961

16/05/1963

08/10/1963

09/08/1965

14/01/1969

20/01/1971

04/12/1973

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